Planejamento tributário é a análise legal da atividade, faturamento, custos, operações e regimes. Ele não é uma fórmula pronta nem uma promessa automática de pagar menos.
O que é analisado
Atividade e operação
CNAEs, produtos, serviços, clientes, fornecedores e particularidades da operação.
Dados econômicos
Faturamento, custos, despesas, folha e projeções.
Regimes e obrigações
Comparação de cenários, regras aplicáveis e capacidade de conformidade.
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real
Esses nomes representam regimes tributários, não serviços separados. A escolha depende do conjunto de dados da empresa. Comparações genéricas podem levar a decisões erradas quando ignoram atividade, margens, folha, créditos e operação.
Planejamento não é sonegação
O objetivo é estruturar decisões dentro da legislação e documentar os critérios utilizados. Ocultar receitas, simular operações ou ignorar obrigações não faz parte de planejamento tributário.
Quando revisar
- Antes de abrir ou alterar a empresa.
- Quando o faturamento ou a margem mudam.
- Ao iniciar nova atividade, filial ou operação.
- Quando a empresa cresce e o regime atual deixa de ser adequado.
- Durante a transição da reforma tributária.
Perguntas frequentes
Não existe resposta única. A escolha exige dados da empresa e comparação de cenários.
Não. Pequenas e médias empresas também podem precisar revisar enquadramento, atividades e rotinas.
Planejamento analisa decisões atuais e futuras. Recuperação revisa valores já recolhidos e possíveis créditos.
Não. O trabalho produz uma análise técnica. Qualquer benefício depende dos dados, operações e regras aplicáveis.
